sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

A Jdias vai estar na Eurocucina!


Com mais de 30 anos de experiência, a JDias é hoje, uma marca líder no design e fabrico de mobiliário de cozinha, banho e roupeiros personalizados.



Sendo sinónimo de inovação e know-how, JDias é uma marca orientada para a personalização, baseada no estilo de vida de cada cliente.



Este ano e pela segunda vez a JDias representará Portugal, entre as mais de 120 marcas internacionais ligadas ao sector, que estarão expostas em 23.000 m2 na maior feira de mobiliário do mundo, Eurocucina / Isaloni.



A feira realizar-se-á entre os dias 17 e 22 de Abril de 2018, reunindo em Milão a elite mundial do sector.



Este será o vigésimo-segundo evento da Eurocucina, tendo a organização a expectativa de vir a receber mais de 300,000 visitantes, esperando desta forma superar o sucesso do certame registado em edições anteriores.



A JDias vai, mais uma vez, representar a inovação e qualidade portuguesa no que a mobiliário de cozinha diz respeito e poderá ser visitada no Pavilhão 13, Stand nº 5, na área reservada à Eurocucina, contando com 104 m2 de exposição, onde apresentará as suas mais recentes propostas, sempre voltadas para a inovação e qualidade, alicerçada na dedicação e paixão que coloca em tudo que faz.



Com design e produção 100% Made In Portugal, a marca JDias continua a ser uma referência absoluta no mercado português, procurando com esta participação na Eurocucina consolidar a sua posição, já conquistada nos continentes Europeu, Africano e Americano.



Sinta-se convidado(a). Visite-nos.

Fonte: Jdias
Imagem: Jdias

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Show more love!


O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim, como é apelidado é uma data especial onde se comemora e celebra o amor entre casais, namorados e em alguns lugares até com amigos.

Em Portugal, como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro.  Este dia é conhecido por ser o dia mais romântico do ano, no qual os casais trocam mensagens, cartas, presentes, de forma a mostrar e a comemorar o sentimento que os une. É considerada uma data totalmente comercial, mas não deixa de ser um bom pretexto para se dedicar mais tempo e atenção com quem se gosta de verdade. Quem sabe, uma troca de presentes, um jantar mais romântico ou até uma escapadela para passar a noite num hotel digo da data.

A J. Dias deseja a todos os seus clientes, amigos e colaboradores um feliz dia dos namorados!


Fonte: Homify
Imagem: Jdias

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Feliz Carnaval!

Numa época tão divertida como o Carnaval, é impossível não nos relembrar da animação sempre presente na J.Dias.

Animação esta que anda sempre de mãos dadas com o profissionalismo e o elitismo.

Aproveitamos esta semana festiva para agradecer a todos os nosso clientes e colegas a confiança que nos depositam e relembramos que trabalhar convosco e para vocês põe-nos um sorriso na cara o ano todo.

Os nossos votos de um maravilhoso Carnaval.


J.Dias

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Tudo o que sempre quis saber sobre arquitetura – e não sabia a quem perguntar!


Está prestes a embarcar na aventura de uma vida que é a construção de uma casa? Quem sabe, a preparar a recuperação de um antigo edifício, herança de família? Ou mesmo a ultimar os preparativos para a compra da sua casa? Parabéns, isso significa que caiu em cheio no maravilhoso mundo da arquitetura!

Mas nós sabemos como a entrada num território desconhecido pode ser difícil… Tantos estilos diferentes, arte e técnica, jargões complicados, nomes e influências podem deixar qualquer um à beira de um ataque de nervos, sobretudo se nunca se interessou pelo assunto.

Aqui vai saber o que é, e como nasceu a arquitetura, conhecer os estilos principais, descobrir um pouco da obrigatória ligação desta arte à engenharia civil e à construção, conhecer o panorama nacional e muito mais! Acompanhe-nos!

1 – O que é a arquitetura?

Esta parece uma pergunta de resposta simples, afinal todos nós temos uma vaga ideia… Uns dizem que é desenhar casas, outros que é ’planear construções, há quem ache que é uma arte, como o desenho, a pintura ou a escultura. As opiniões variam, mas quem está certo? Nós respondemos: – todos!

Desde a construção dos primeiros abrigos, depois da saída das cavernas, que a arquitetura tem estado sempre presente em cada passo da humanidade, evoluindo e caminhando para que esses abrigos se lhe tornem cada vez mais adaptados. Nessa evolução a sua ação ampliou-se, passando a incluir tudo o que esses abrigos contêm e tudo o que os rodeia, seja a paisagem natural ou a urbana, ou até numa escala maior, o território.

A palavra arquitetura vem da junção de duas palavras gregas : – arkhé e téhkton, que significam principal e construção, respetivamente, e refere-se a todo o processo de conceção de projetar e construir toda a envolvente habitada pelo ser humano. E sendo assim é um conceito amplo, que envolve múltiplas disciplinas para se desenvolver.

Desenhar algo implica preparação em arte e desenho, mas fazê-lo para que esse desenho se transforme em algo estável e seguro requer muito mais. Um arquiteto precisa de muita preparação em matemática, física, e obviamente acompanhar todas as tecnologias construtivas para encontra as melhores soluções. E não podemos esquecer que a arquitetura serve o Homem desde a sua alvorada, e por isso precisa ciências como a sociologia, a filosofia, a política e até a história.

Demasiadas coisas? É para isso que o curso de arquitetura é uma licenciatura de cinco anos e que a profissão de arquiteto, para ser bem sucedida, está sujeita a permanentes atualizações.

1.1 – O estilo e as escolas

Quando pensamos em arquitetura pensamos quase imediatamente em estilo arquitetónico como sendo um conjunto de características construtivas e estéticas que agregam vários edifícios em grupos estanques que partilham essas características. Mas na realidade, esta ideia compartimentada e estanque não é totalmente correta… Se fosse assim as regras estariam sempre associadas a esse estilo em específico, o que seria muito redutor e impraticável, porque a mistura que leva à evolução não existiria. Por isso hoje em dia, sobretudo no meio profissional, o termo estilo caiu em desuso e passou a utilizar-se o termo escola ou momento histórico para designar esses conjuntos de tendências que marcam uma época ou estabelecem pontos de viragem. Ainda assim o temo estilo é usado entre os profissionais para designar a expressão individual de um arquiteto em particular, e claro, em termos leigos, para distinguir as diferentes correntes.

2 – Qual é a relação entre arquitetura, engenharia civil e construção?

Neste ponto a confusão instala-se! Um arquiteto ou um engenheiro civil? Para a construção da minha casa preciso de qual? E como interagem com os construtores? Estas parecem questões de resposta fácil, mas na realidade não é bem assim… Afinal é sabido que muitas vezes os engenheiros civis fazem plantas de casas, e que os arquitetos também acompanham obras.

Quais são então as semelhanças e as diferenças?

2.1- O arquiteto

Um arquiteto é um profissional licenciado com bases académicas em áreas tão distintas como a matemática, a sociologia ou a história, e competências vastas no desenho e planificação de edifícios. Ele vai ser responsável pelo desempenho da estrutura no seu todo, desde as fundações até ao telhado, e também pelo seu aspeto exterior, estando perfeitamente habilitados a fazer qualquer alteração necessária a essa estrutura. Este profissional O arquiteto pode também assumir as funções de arquiteto de interiores, encarregando-se de projetar o estilo e o layout dos interiores de uma casa, fazer projetos de iluminação, e estão muitas vezes envolvidos nas escolhas estéticas e funcionais para os espaços, bem como na sua distribuição espacial, mas o mais normal é haver nos gabinetes profissionais das duas áreas que trabalham em conjunto para lhe fornecer uma resposta mais completa, sobretudo quando se tratam de reformas extensas.

2.2 – O engenheiro civil

A formação académica do engenheiro civil é mais voltada para os aspetos práticos do que para o conceito estético, e a sua licenciatura inclui disciplinas como a matemática e a física. Isto capacita-o para efetuar com rigor os cálculos necessários para concretizar a visão do arquiteto com segurança, o acaba por ligar o engenheiro civil mais à parte da conceção da estrutura dos edifícios. Este profissional analisa as forças e cargas a que a estrutura estará sujeita, avalia a capacidade de suporte do solo do terreno, aponta o tipo de fundações necessárias e dimensiona a estrutura da obra, efetua os cálculos de dimensionamentos e quantidades de colunas de suporte, prevê a distribuição das cargas para cada ambiente e indica o tipo de materiais a serem utilizados na obra. Muitas vezes também é responsável pelo projeto de águas, esgotos e eletricidade. Certifica-se de que tudo é feito segundo o especificado nas normas técnicas através de um acompanhamento regular da obra.

2.3 – O construtor civil 

Os construtores são uma das equipas que integram a construção de um edifício, seja qual for a sua utilização. São os responsáveis por pôr na prática o planos que resultam dos desenhos feitos pelo arquiteto e dos cálculos efetuados pelo engenheiro civil. Normalmente as equipas de construção são coordenadas pelo empreiteiro, que acaba por ser o responsável por garantir que todas as equipas (construtores, canalizadores, eletricistas… ) cumprem com o especificado e pedido no projeto, sempre sob a supervisão do engenheiro civil.

3 – Arquitetura portuguesa – do Algarve a Trás os montes

A arquitetura em Portugal é o produto eclético de séculos de evolução, e por isso rica em formas e influências. No campo ou na cidade, mais refinada ou perfeitamente rústica, a arquitetura portuguesa típica sempre teve uma vertente muito prática, para fazer face às agruras do clima e proporcionar as melhores condições de vida aos seus habitantes, longe da existência de arquitetos, que se dedicavam a grandes obras como palácios ou catedrais.

Com simplicidade e uma grande ligação ao meio envolvente, essas casas típicas, construídas de materiais naturais das regiões onde se localizam, marcam a paisagem de norte a sul, caracterizando muito bem cada região. Claro que também temos as grandes obras de que falámos anteriormente, com estilo refinados e ostensivos, como o gótico e o manuelino, e um vasto património de arquitetura religiosa, mas hoje debruçamo-nos sobre a arquitetura habitacional, mas modesta mas igualmente fascinante.

3.1 – O Algarve – influências vindas de sul.
Começamos a sul, com as suas casinhas brancas caiadas e as suas chaminés tradicionais. Aliás a chaminé assume uma importância estética bastante proeminente em toda a arquitetura tradicional portuguesa, aumentando de imponência no Alentejo, e atingindo o seu expoente nas chaminés algarvias, trabalhadas e muito decorativas. As casas tradicionais algarvias são brancas, para refletir a intensa luz solar e manter a temperatura interior, e a sua cal é anualmente renovada como prova dedicação e vaidade. As faixas coloridas que emolduram as portas e janelas unem estas construções às Alentejanas, mas os materiais e as formas variam consoante a região onde se inserem, desde o xisto e a grés vermelha da Serra do Caldeirão, até ao granito da zona de Monchique.

Os telhados são de telha moura ou portuguesa, e no litoral as açoteias dominam, com o seu ponto mais alto no mirante, pensado para ver os barcos a chegarem da faina

A arquitetura algarvia tem fortes influências da arquitetura árabe, mourisca, ou não tivesse o Algarve sido o último reduto dos mouros em Portugal. Essa influência é visível nas referidas açoteias, nas platibandas decorativas a rematar a casa e nas próprias chaminés rendilhadas, mas também nos interiores, em azulejos, gelosias e decorações.

3.2 – O Alentejo – Muito frio, muito

A ausência de piso superior e as paredes caiadas com a sua tradicional faixa azul são típicas destas paragens, em que a arquitetura se funde com a planície e os materiais e as formas se adaptaram ao clima.

Tradicionalmente as casas rurais típicas alentejanas eram feitas em taipa ou adobe, aproveitando os materiais naturais que a terra escaldante proporcionava. A parede de terra tinha uma excelente massa térmica e mantinha a casa, fresca no verão e quente no inverno, resistindo às fortes amplitudes térmicas. Nas últimas décadas estes métodos de construção foram quase esquecidos, e substituídos pelo tijolo furado simples e pelo betão que são bons condutores de calor, o que fez perder a eficiência energética e fez disparar a necessidade de aquecimento adicional e os subsequentes gastos energéticos.

Atualmente há uma forte tendência de recuperar técnicas e estéticas, atualizando-as e trazendo-as para a modernidade, sobretudo no que se refere às superfícies envidraçadas que eram tradicionalmente pequenas e que têm vindo a ganhar cada vez mais relevância na fachada, num tradicional moderno, mas que se não for muito bem planeado pode pôr em causa a eficiência energética da construção.

3.3 – A casa portuguesa

A casa portuguesa foi a resposta de vários arquitetos e pensadores dos finais do século XIX à invasão de influências estrangeiras na arquitetura, que se traduzia em chalés alpinos ou casas góticas em plena cidade do Porto ou em Cascais. É no fundo um movimento cultural nacionalista, que veio criar uma estética de influências campestres e românticas que associavam à nossa identidade como nação rural. 

Bastante controverso e debatido, este tema influenciou, e ainda influencia hoje em dia, a produção arquitetónica no nosso país, gerando habitações pitorescas com telhados de telha vermelha e beirais mais ou menos proeminentes, portas adornadas, molduras em várias dimensões da fachada, portadas e alpendres.

3.4 – Interior centro e norte – a fiabilidade monolítica do granito

No norte a paisagem tinge-se de cinzento e castanho do granito que constitui o esqueleto infalível das casas. Mais do que noutras regiões do nosso país as casas são autênticas fortalezas, ninhos que recebem no seu calor e protegem o Homem dos agrestes elementos. O lado prático das construções gerou casas pequenas, de exíguos compartimentos, muitas vezes com dois andares em que a escada formava um coberto ou alpendre, e o rés-do-chão, a loja, servia de curral para os animais e armazém para alimentos e alfaias agrícolas. Quando não havia dois andares (características mais prevalente mais para Trás-os-Montes ou em casas mais ricas) as casas eram térreas e tinham um logradouro murado, chamado de pátio, com uma área coberta, e que tinha a mesma serventia da loja.

Atualmente estas casas cheias de história e de alma estão a ser recuperadas, preservando a sua estética, mas atualizando os interiores, tornando-se em habitações espetaculares.

4 – Arquitetura moderna – a preferida para construção em Portugal

4.1 – Como surgiu

O conceito de arquitetura moderna é um conjunto lato de características com origem em várias escolas, conceitos e profissionais, como a Bauhaus, na Alemanha, o conceito do famoso arquiteto Le Corbusier, em França, e o de Frank Lloyd Wright nos Estados Unidos.

Esta corrente assenta no corte radical com os padrões de ornamentação puramente estética do passado e teve duas vertentes reconhecidas: a “International Style”, europeia, e a “Arquitetura Orgânica”, americana. Embora diferentes no resultado, ambas tiveram como base a eliminação da ornamentação e da complicação para reverter numa arquitetura mais pura, geométrica e simples. Os edifícios abriram-se e tornaram-se mais económicos, mais úteis, mas também mais despojados e com algo de industrial, fruto da época que se vivia.

A casa moderna torna-se assim simples e despojada, quase austera, focada na funcionalidade, e definida pelas máximas “Menos é mais”, do arquiteto Mies Van der Rohe, e “A forma segue a função” de Louis Sullivan.

Atualmente as regras são um pouco menos rígidas, e há diversos tipos de arquitetura moderna, sendo até possível modernizar o interior de uma casa construída em qualquer outro estilo, porque a modernidade não se limita à fachada, ou à forma da construção, também os interiores têm a sua própria modernidade…

4.2 – Os princípios

Baseados nos princípios da arquitetura moderna segundo os seus fundadores, os modernos edifícios portugueses têm linhas simples, geométricas e depuradas, grandes aberturas envidraçadas, telhados planos e ambientes amplos interligados.

O mobiliário adquire a mesma pureza das linhas arquitetónicas e acompanha a máxima funcionalidade aliada a uma estética simples e funcional. A compartimentação da construção mais clássica desaparece, não só nas novas construções, mas também nas antigas casas renovadas. Os ambientes tornam-se mais fluidos e luminosos, promovendo uma vida familiar mais estreita. 

E é por isso que os portugueses gostam tanto da arquitetura moderna, sendo mesmo o estilo mais escolhido para as novas construções. O apelo da simplicidade conjuga-se com alma lusa, casa com a arquitetura simples e funcional tradicional do nosso país, acabando por criar habitações com linhas atuais mas com o mesmo espírito de ninho das casas antigas, pesem embora as diferenças estruturais e estéticas.

5 – Arquitetura alternativa – o futuro é hoje?

Já ouviu falar das casas contentor?

São uma das muitas arquiteturas alternativas que a atualidade nos trás… São casas espetaculares fabricadas com contentores de navios, forrados e adaptados para servirem de compartimentos para habitação. Mas há mais! Desde hotéis cápsula, pequenas unidades onde é possível passar uma noite confortável a um preço mais baixo no Japão, até edifício autossustentáveis, a arquitetura oferece as suas mil faces para servir cada vez melhor o ser humano nas suas necessidades em constante evolução.

E as casas pré-fabricadas modulares podem incluir-se neste categoria de arquitetura alternativa, apesar de já serem relativamente comuns e cada vez mais rigorosamente produzidas para oferecerem as condições mais fiáveis, pois apresentam-se ainda hoje em dia como uma alternativa à arquitetura der construção mais tradicional.

6 – E a arquitetura paisagística entra onde?

É outro tipo de arquitetura, mas não deixa de complementar a arquitetura de edifícios na criação do ambiente edificado perfeito.

A arquitetura paisagística planeia e intervém nos exteriores das construções, englobando tudo que interfere na paisagem que as envolve, projetando espaços que valorizam a relação entre as pessoas e a natureza. E se lhe parece que esta atividade é apenas uma subsidiaria da jardinagem, esqueça!

Estes profissionais necessitam de conhecimentos de jardinagem sim, mas também de biologia, arte, topografia e geologia, entre vários outros, sendo responsáveis por conseguir uma simbiose perfeita entre os elementos artificiais construídos e a paisagem natural, mas também pela paisagem urbana que envolve as áreas edificadas.
Fonte: Homify
Imagem: Jdias

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Tendências de 2018: as 7 cores da moda para a sua casa


No design e na decoração de interiores não faltam propostas e mudanças e por isso, neste livro de ideias, juntamos algumas tendências cromáticas para 2018. Quer saber quais vão ser as cores mais populares? Então, continue a ler.

1. Verde, gosto de ti verde!

O verde é a cor da esperança e, no próximo ano, esta cor, nas suas tonalidades mais escuras, será tendência. Harmonia, frescura, estabilidade e, na sua versão mais popular, riqueza: estes são alguns dos significados inerentes ao verde que passará a fazer parte de muitos interiores com um claro carácter de protagonista.

Para além de colorir as paredes, o verde escuro surgirá em detalhes, acessórios decorativos e inclusive em peças de mobiliário que emprestarão profundidade às divisões. Esta cor é ideal para introduzir um contraste em ambientes dominados pelo branco e por tons neutros.

2. Inspiração cósmica

Os amantes da esfera celeste também encontrarão na paleta cromática de tendências para 2018 algumas propostas capazes de satisfazer os seus anseios decorativos. As cores inspiradas no cosmos tornar-se-ão parte popular da nova temporada com acabamentos metálicos e tons que evocam o quartzo e os tons azulados. Pode usar estas cores não só como revestimento para as paredes, mas também nos apontamentos de decoração como nas cortinas, almofadas e outros têxteis, dotando os espaços de um halo de romantismo, optimismo e leveza.

3. Azul cobalto

O azul cobalto é uma das cores que chegou para ficar e já é tendência. As propostas de Outono/Inverno incluíram esta tonalidade numa panóplia de variantes desde o cobalto mais puros até aos tons marinhos. O refinamento é uma das senhas de identidade dos ambientes que apostam nesta cor que pode transformar por completo a estética de qualquer divisão. Pode complementar o cobalto com madeiras claras e metais ou peças douradas. Os resultados serão fabulosos.

4. Detalhes de cor

As cores quentes e terrosas aparecem também entre as tendências para 2018. Esta aposta vem substituir, em parte, o gosto pela paleta minimalista que foi protagonista nas estações anteriores. Qualquer espaço da casa pode vestir-se com estes tons que, por outro lado, admitem combinações com outras nuances cromáticas que engrandecem a beleza das composições.

O verde escuro e o verde esmeralda estarão entre as cores mais usadas, assim como o vermelho cereja.

5. A elegância do cinza

Ainda que o gosto por ambientes minimalistas vá ceder protagonismo a outras propostas cromáticas, no próximo ano, os tons de cinza continuarão a ser tendência. As cores neutras estarão presentes na decoração de salas dando vida a atmosferas elegantes e modernas. A sua presença não se limitará às paredes. Pelo contrário, adquirirá relevância em tapeçarias e mobiliário, criando interessantes contrastes com detalhes em madeira.

Não obstante, o cinza ocupará um lugar de destaque, fundamentalmente com acabamentos metalizados e brilhantes em ambientes contemporâneos e sofisticados.

6. A revolução da cozinha

Um quarto não é o mesmo que uma sala de estar, uma casa de banho ou uma sala de jantar. Cada espaço tem as suas singularidades. Embora exista um denominador comum em matéria de cores tendência para 2018, há certas peculiaridades que circunscreverão divisões muito específicas. No caso da cozinha, o preto ocupará uma boa parte do protagonismo das propostas.

7. Outras propostas

Já dissemos que os tons quentes terão um peso importante dentro das tendências cromáticas para 2018, mas, a este respeito, há certas tonalidades que merecem um capítulo à parte. O terracota será uma opção perfeita para a decoração de salas, tal como o siena ou o bronze.

Menção especial merece também o laranja que, fundamentalmente nas suas tonalidades mais escuras, conferirá aos ambientes energia e vitalidade, para além de uma incontestável calidez visual.

Fonte: Homify
Imagem: Jdias

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

10 Tendências de móveis para cozinha 2018!


Cores vivas, o toque industrial e o design retro são algumas das tendências de móveis para cozinha 2018, que prometem deixar um dos espaços mais utilizados da casa com um visual moderno, diferente e cheio de personalidade.

Hoje em dia, a cozinha já deixou de ser aquele espaço destinado apenas a cozinhar, transformando-se num ambiente no qual reúne a família para apreciar deliciosas refeições, receber os amigos para etc. E com isso, a decoração dela passou a ser mais valorizada.

Quer saber quais serão os destaques na decoração neste importante ambiente? Veja, a seguir, 10 tendências de móveis para cozinha 2018.

1- Móveis Retro

A inspiração no passado é algo sempre recorrente na decoração. Para 2018, isso não será diferente, especialmente com a cozinha retro, que traz móveis e utensílios com design semelhante aos dos itens usados nas décadas de 1960, 1970 e 1980.

Além de móveis originais desses períodos, há aqueles que são uma réplica, fabricados com inspiração nos modelos vintage, que podem ser mais fáceis de encontrar.

2- Cores Vivas

Móveis com cores vivas são outra forte tendência nas cozinhas 2018. Tons como azul royal, amarelo, laranja, vermelho e rosa deixam o ambiente mais alegre e descontraído. Essas cores também podem aparecer nas paredes e nos eletrodomésticos.

3- Cozinha Com Ilha

Sonho de consumo de muitos, a ilha para cozinha contribui para um ambiente funcional e muito mais prático, consistindo num móvel ideal para cozinhas modernas e elegantes.

4- Design Industrial

Na decoração de cozinhas 2018, outra aposta em destaque é a inspiração que vem de antigas fábricas americanas. Além de móveis vintage e móveis de metal, completam o design o uso de madeira de demolição, tijolos aparentes e uma parede de lousa.

5- Móveis Rústicos

Em alta há alguns anos, as cozinhas rústicas continuam em 2018. Bancadas, cadeiras, mesas e armários, entre outros moveis, feitos de madeira, são ótimas opções para quem deseja adotar o estilo.

6- Tons De Cinza

A tradicional cozinha branca fica em segundo plano nos próximos meses. A aposta agora é na tonalidade cinza, que oferece mais elegância e sofisticação ao ambiente, aparecendo nos móveis e em outros elementos decorativos.

7- Total Black

Se quer uma decoração bastante diferente e mais ousada? Essa opção pode ser a cozinha preta, considerada uma das maiores novidades da temporada. Se não quer ousar tanto assim, pode combinar o preto com outras cores, o que vai ficar igualmente elegante.

8- Cozinha Minimalista

Se prefere um ambiente mais funcional e com espaço maior para a circulação de pessoas, invista somente nos móveis necessários, escolhendo uma decoração minimalista, que funciona bem em imóveis pequenos.

9- Formas Arredondadas

As linhas retas e bem definidas ficaram no passado. A tendência agora está nos móveis arredondados, que têm uma estrutura mais fluida, facilitando a circulação no ambiente. Além disso, as curvas dão um toque artístico à decoração.

10- Prateleiras Abertas

Ótimas para espaços reduzidos, as prateleiras abertas aparecem como outra forte tendência em móveis de cozinhas 2018. Fáceis de encontrar e instalar, elas garantem maior funcionalidade e organização ao ambiente.
Fonte: Tudo Contrução
Imagem: Jdias

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

10 Tendências de decoração a seguir em 2018!


Mal acabe de arrumar as decorações natalícias, pode aproveitar a ocasião para reformular a sua sala. Se se sentir com disposição para isso, vá mais longe e mude a de outras divisões da casa.

Ano novo, casa nova. Na impossibilidade provável de mudar de habitação, nada como aproveitar o início de um novo ano e os saldos habituais da época para adquirir novas peças decorativas para reformular o aspeto do seu lar, tornando-o ainda mais confortável, atrativo e sedutor. Para que se possa inspirar, caso necessite de ideias, indicamos-lhe de seguida, 10 das principais tendências de decoração a seguir em 2018.

1. Mais cor em casa

O branco, os tons pastel e o cinza claro dominaram a decoração de muitas das divisões, sobretudo de salas e cozinhas, nos últimos anos. Em 2018, todas as habitações pedem mais cor. A maneira mais fácil da introduzir é através de objetos coloridos. As almofadas, as mantas e algumas peças decorativas, como jarras, figuras de animais, quadros ou pequena estatuária, são formas de o conseguir.

Os mais radicais podem aproveitar para pintar as paredes com tons mais quentes e/ou para adquirir mobiliário colorido. Há sofás, cadeirões, cadeiras e mesas que, a par dos tapetes, podem ser utilizados para dotar alguns dos principais espaços sociais de maior cor. Na cozinha, pode ainda recorrer a eletrodomésticos coloridos, cortinados com cores mais fortes ou ainda a utensílios repletos de cor.

2. Lavatórios e lava-loiças de materiais diferentes

Os lavatórios e os lava-loiças brancos e em aço inoxidável estão fora de moda. Os de pedra, de cobre, de betão e de granito, materiais menos usados nas habitações portuguesas, vão ganhar maior popularidade em 2018. As novas cores permitem também novas soluções decorativas, mais naturalistas e menos convencionais. Além do material, mudam também as dimensões. Passam a ser mais largos e mais fundos.

3. Padrões florais regressam em força

À semelhança do que tem acontecido nas coleções de moda das últimas estações, como se pode ver nesta galeria de imagens, os padrões florais voltam em força neste novo ano. Além dos cortinados, as flores vão estar fortemente presentes na roupa de cama e até nas toalhas, muitas vezes em tecidos com cores fortes e contrastantes.

4. Iluminação vintage

O estilo revivalista de outras épocas continua a ser tendência e faz-se notar sobretudo no design de candeeiros. A iluminação de teto em cobre envelhecido promete fazer furor, conferindo maior urbanismo e sofisticação a muitas das salas nacionais. Os candeeiros de mesa e os de pé seguem a mesma corrente, recuperando um design que remete imediatamente para outras épocas.

5. Balcões em betão

O betão é um material em alta nos dias que correm e são cada vez mais os que o utilizam e/ou escolhem com propósitos decorativos. Muitos arquitetos e designers de interiores têm vindo a sugeri-lo para as bancadas das cozinhas e até das casas de banho, aligeirando os ambientes e até tornando-os mais leves.

6. Paredes de madeira trabalhadas

Em anos anteriores, foram tendência e, este ano, continuam a sê-lo. As paredes de madeira pintadas, muitas delas com desenhos gravados, têm sido usadas em cozinhas e em casas de banho em muitos outros países europeus. Em 2018, essa moda estende-se aos quartos. Muitos arquitetos de interiores sugerem paredes forradas em tons naturais, embora alguns sugiram o uso de cores fortes para dar mais vida a estas divisões.

7. Papel de parede e autocolantes

Casas com mais cor(es) é uma das premissas de 2018. Para o conseguir, muitos especialistas defendem o recurso a papel de parede e/ou a autocolantes de parede. A ideia é tirar partido dos padrões de muitos deles para aplicar em superfícies pontuais, criando um efeito moderno com um toque artístico. Os mais radicais sugerem o uso de azulejos para forrar paredes para alcançar o mesmo objetivo.

8. Quartos minimalistas e descontraídos

Em contraponto com os que defendem o uso de fortes e coloridos padrões florais em todas as divisões, incluindo nos quartos, há quem defenda um regresso ao minimalismo decorativo nestes espaços, adotando um estilo estético mais próximo do da corrente escandinava. Além de roupa de cama de cores claras e de um único tom, sem padrões, sugerem a redução do número de almofadas e de objetos, numa linha muito mais feng shui.

9. Espaços multifunções

Em 2018, muitas divisões ganham outras dimensões, passando a funcionar como espaços multifunções. Uma nova realidade que está na origem da criação de (re)cantos de leitura e/ou de pequenos espaços para diferentes tarefas, sempre que possível unidos num interior aberto. Mais confortáveis, estes espaços estão na origem de um aconchego mais encantador e elegante, sinónimo de um design de interiores moderno e cosmopolita.

10. Formas simples e depuradas

A simplicidade e a geometria minimalista são outras das correntes decorativas que marcam o ano. Os interiores tornam-se mais clean, mais depurados e, substancialmente, mais elegantes. O recurso a mobiliário metálico, habitualmente mais despretencioso, é uma das formas de o conseguir. O uso de madeiras, preferencialmente escuras, a par do uso de materiais como a cortiça, a cestaria e a verga, também o garantem.
Fonte: Modern Life
Imagem: Jdias